analise: The Legend of Zelda a Link between worlds

Como já disse em postagens anteriores, sou muito fã da Nintendo e mais fã ainda da saga Zelda. Hoje, falarei do décimo sétimo game da franquia, The Legend of Zelda: a Link between worlds( a lenda de Zelda: um elo entre 2 mundos). O game é uma sequência direta do  titulo A Link to the past de 1991, nota se isso pelo fato de  o mapa do game ser praticamente o mesmo, com algumas alterações pois a história se passa muito tempo após os acontecimentos do A Link To the Past.

O jogo foi feito em 2013 e é exclusivo para o Nintendo 3ds, se tratando de um game de ação e aventura com elementos de RPG, assim como todos os outros títulos da franquia. Como já é de costume em Zelda, aqui o jogador controla o personagem Link, não o mesmo dos outros games( a Nintendo, sempre trabalha com encarnações diferentes de seus personagens nessa franquia, o mesmo ocorre com a Zelda) e devemos resgatar os 7 sábios e derrotar Yuga, o vilão da vês, que pretende ressuscitar Ganon o rei demônio.

Para resolver alguns quebra-cabeças, Link ganha o poder de se transformar em pintura, para acessar locais e atravessar portais que o permitem viajar de uma realidade a outra( reinos de Hyrule e Lorule). O que é mais legal desse game, é o fato de ele não te obrigar a seguir um caminho, o jogador escolhe aonde quer ir primeiro. Todas as armas do jogo estão disponíveis desde o início, porém você deve compra-las ou aluga-las e se prepare, pois tudo é muito caro!

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