A evolução dos consoles portáteis parte 1

Todos sabem o quão é divertido, quando se está sem realmente nada pra fazer, passar um bom tempo com aquilo que você mais gosta. No meu caso, ultimamente, ando tendo duas paixões que são: ler( hqs, mangás e livros de ficção ou historia) e jogar vídeo game!
Outra coisa que sempre gostei muito, é a portabilidade, a possibilidade de levar um PC ou um console para qualquer lugar! Isso me levou ao mundo dos vídeo games portáteis, com o meu game boy light( versão que tem a possibilidade de ativar uma luz na tela, diferente do original, o primeiro game boy), versão rara fora do Japão por não ter sido lançada fora do país.

Mas o primeiro vídeo game portátil, não foi o game boy e tão pouco foi criado pela Nintendo, foi o Micro vision. Esse console era bem simples dada a época que foi lançado (1979), foi criado pela Milton Bradley e funcionava através de cartuchos, o curioso é que os cartuchos eram a parte frontal do console e para trocar o game o usuário tinha que remove lá e trocar por outra.
Nos anos 80, a Nintendo entra de cabeça na onda dos vídeo games portáteis, lançando o seu segundo console e primeiro portátil, o Game Watch. Ele não funcionava com cartuchos, sendo assim, cada console possuía 1 ou 2 jogos diferentes e para possuir outros jogos o consumidor tinha de comprar outro console. Apesar de ainda simples era graficamente melhor que o Micro Vision.
Depois do Game Watch, a Nintendo  deslanchou no mercado de portáteis, lançando o fenômeno Game Boy(1989). Esse console fez muito sucesso no Japão e no ocidente, pelo simples fato de se tratar de um "nintendinho" portátil e que era barato em países como o próprio Japão e Estados Unidos, diferente do Brasil que era considerado um vídeo game de luxo. Esse fenômeno se tornou maior nos anos 90, por conta da febre chamada Pokemon.
Em 1990, a Sega entra no jogo tornando essa década conhecida, para nos gamers, como o auge da guerra dos portáteis, a empresa lança o Game Gear. Não tenho muito pra falar desse console, pois não possuo uma unidade em mãos e como em todas as análises que faço, eu prefiro ter contato com o produto! A única coisa que posso dizer, é que apesar de potente e muito mais potente do que o console da Nintendo, pois se trata de um mega drive, o Game Gear perdeu essa guerra devido ao alto consumo de pilhas!

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